segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Um celular e um ato-falho

Semana passada, indo trabalhar, achei um celular na rua a umas três quadras daqui de casa. Na verdade, foi meu pai quem viu o telefone no chão e não faço idéia de como ele conseguiu enxergar aquele 'trocinho' mesmo passando de carro. Além do mais, meu pai é o cúmulo da dispersão em pessoa. Mas enfim... era um celular bem bonito, moderninho e tal. Me senti meio mal, mas vasculhei a lista de contatos tentando achar alguma koisa do tipo 'minha casa' ou 'meu número', mas não encontrei. Então vi as últimas chamadas feitas e vi um número discado umas trocentas vezes. Apertei o 'send' e, para o bem da nação e da dona do telefone, o marido dela atendeu. Expliquei a situação para o moço, que eu havia achado o celular na rua, que eu estava ligando para o número mais discado, etc... e combinei um lugar para entregar o telefone. O cara nem sabia como me agradecer. Nem precisava, né? Não fiz mais que minha obrigação. Até aí tudo certo. Cheguei no trabalho e contei para uma colega sobre a minha boa ação do dia. Acredite: ela me respondeu com um 'Sério? Essa sorte eu não tenho... '. Como assim 'sorte', caro leitor internauta? Sorte de quê? Por uns três segundos fiquei paralisada tentando assimilar o que eu havia escutado. Então perguntei a ela: 'O que eu faria com o que não é meu?'.

Sou muito expressiva e, como psicóloga, tenho que me esforçar ao máxmo para estar preparada para ouvir qualquer koisa com a mesma cara de neutralidade. Tenho que manter o semblante 'zen' mesmo que o paciente diga que casou, que engravidou ou que matou alguém com a mesma cara de 'paisagem'. Se bem que, dependendo com quem você casa ou de quem engravida, é a mesma tragédia do que assassinar alguém certo?... risos. Bom, então, como eu não estava exercendo meu ofício naquela ocasião, senti que não me esforcei nada e fiz a cara mais assustadora da face da Terra - tipo essa do Nhonho, na foto. A pessoa, vendo minha desaprovação, resolveu tentar consertar o que seu inconsciente havia denunciado. Ah sim, caro leitor internuta, para a Psicologia, um deslize desse é chamado de 'ato-falho'. Sabe quando você está lá no chamego com um gatão e, de repente, você chama o nome do seu ex? Pois é, não tente disfarçar, seu inconsciente é realmente um 'filho da put*' e te entregou. Foi isso que aconteceu com minha colega. Já era tarde para desculpas. Eu entendi, perfeitamente que, se fosse ela, bem provável que a dona jamais reencontraria seu celular.

Para mim, devolver um objeto perdido a quem pertence é tão simples... dispensa qualquer hesitação, qualquer dúvida e qualquer explicação. Aqui em casa eu cresci ouvindo meu pai dizer: 'Não faça para os outros o que não gostaria que fizessem para você!'. Se um dia eu também perder um objeto, como poderei querer que me devolvam se eu tiver um pensamento chulo e mesquinho tipo esse da minha colega? Prefiro ficar com a filosofia de Gandhi: 'Seja a mudança que deseja ver no mundo!'.

Pratique o bem. Não dói nada!

Boa semana, queridos!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Eu no Youtube... de novo!

Olá, caro leitor internauta!

Estou testando os carros automáticos da família inteira para ver qual modelo, futuramente, vou adquirir. O Youtube e eu temos uma relação de amor e ódio. Mas, finalmente consegui postar o último vídeo que fiz. Curtam o visual. Eu moro num pedaço do céu. Sem dúvida!

Segue o link: 

Beijos.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Voltando Para Casa

Olá, caro leitor internauta! Como vai?

De fato ficarei devendo o post com os comentários sobre os dois dias que passei na casa da Renata e do Márcio no Guarujá, e do Restaurante Tahiti. Já me conformei com essa espera e elaborei esse luto... risos. Assim que eu receber as fotos, venho correndo escrever. Por hoje vou pular para os últimos dois dias que fiquei em Santos, na casa da Rubia. Aviso, antecipadamente, que o texto é longo e não culparei você caso encha o saco e não consiga terminar de ler. Vamos lá! É engraçado (para não dizer triste), mas na véspera de vir embora eu sempre fico meio ansiosa, meio chateada, meio cara de 'cachorro sem dono'. Ainda bem que a Jeovana passou o fim de semana lá conosco e as meninas da faculdade resolveram me visitar. Como a Rubia precisou ir numa reunião, eu e a Jeo bancamos as anfitriãs até que a dona da casa chegasse. Quando a campanhia tocou, eu ainda estava no quarto me arrumando. Terminei a emperequetação e me deparei com uma cena cômica: Jeovana dando uma geral na cozinha e fazendo a Carol varrer o chão. Um 'Quê isso?' foi instantâneo, caro leitor internauta. E Jeovana fez eu jurar de pés juntos que eu não ia contar para a Rubia que ela havia colocado a visita (Carol) para dar uma 'forcinha'... risos. Mas eu, como não juro nada, acabei de contar... risos. Desculpa aí, Jeo! Também te amo, tá?... risos.

Um pouco depois chegou a Letícia, gravidíssima, cheia de planos e alegria com a vinda do bebê. Aliás, você pode reparar na foto o gurizão que beijei nessa viagem: o Luiz Henrique ainda na barriga da mamãe... risos. Muito bom ver minhas amigas bem, todas trabalhando e felizes. Já era noite quando as meninas foram embora, então eu, Jeo e Ru resolvemos buscar bolinho de bacalhau no Bar do Toninho (recomendo!). Quer dizer, elas foram e eu fiquei porque se eu também fosse andando demoraríamos o dobro do tempo e a fome era urgente. Ficamos ali, na varanda, nós, os bolinhos e alguns pastéis (dessa vez tinha embalagem para levar para casa... risos). Por pura falta de atenção não vimos o Neymar e a equipe da Globo entrar no portão para gravar o Profissão Repórter, já que ele é vizinho da Ru. O que será que bebemos naquele dia, hum? Bom, não lembro. Jeovana capotou cedo e eu e Ru tagarelamos madrugada adentro. Quando estou lá, não quero dormir nunca. Quero aproveitar e 'viver tudo que há pra viver...', como diria o Lulu Santos. Aliás, eu descobri que detesto dormir. Durmo por uma questão fisiológica e cada vez menos. Mesmo que tenha tenha um dia bem corrido, mesmo que eu chegue em casa às 6h da manhã, no máximo, até às 9h já estou de pé. Em dias de trabalho eu durmo bem tarde e acordo antes das 7h. Reconheço que dormir é uma necessidade do corpo, mas na verdade acho uma perda de tempo. Então fui dormir todos os dias lá pelas 3 ou 4h da manhã. Teve um único dia que dormi mais cedo, me recostei no travesseiro e no meio da conversa com a Ru e a Jeo, eu peguei no sono. Eu estava muito exausta de dormir tantos dias tão tarde... acordei no outro dia com outra roupa. As gurias vestiram o pijama em mim e eu no maior sono, parecendo defunto, né? Porque não vi e não lembro de nada. Isso nunca aconteceu antes, juro!... risos.

Voltando àquele sábado, o jeito foi deixar a bagagem pronta porque no outro dia a ida era inevitável. Me dá uma doooooor no coração ter que fazer a mala. Fui carregando as roupas pra cá e pra lá, guardando as koisas do banheiro, etc. Embora meu voo fosse só às 18h de domingo, era preciso sair cedo, devido o fim das férias não só minhas, mas de todo mundo. Imigrantes lenta e aeroporto lotado. Lotado mesmo. Muita confusão, um verdadeiro caos, como você deve ter visto no Jornal Nacional, na época. Pois é, eu estava lá naquele fuzuê todo. A fila de prioridades no check-in não foi respeitada em nenhum momento e até fotografei para compartilhar a minha indignação (foto abaixo). Tive, inclusive, que dar uma segurada na Rubia porque ela estava prestes a ter um chilique de tão brava... risos. Por sorte (e precaução), chegamos cedo na fila e deu tempo de sobra de fazer o check-in e ir para a sala de embarque com tranquilidade. Essa é a pior hora: quando fico naquela porta de embarque e tenho que me despedir. Dessa vez eu não chorei... Rubia me aconselhou a engolir o choro para não estragar a maquiagem... risos. E, como eu não queria viajar feito um urso panda, com os olhos pretos borrados de rímel, aguentei firme.

Foram duas horas de atraso do meu voo, mas era um problema da Gol e causou atraso generalizado. Naquela espera eu ajudei uma senhora a fazer um interurbano no celular, conversei com uma moça que havia quebrado o joelho e estava indo se operar no Rio (eu sei bem como é dor no joelho... risos), tentei consolar um garotinho de 6 anos que estava voltando para o Rio sozinho, para a casa da mãe e que havia passado as férias na casa do pai, em São Paulo. O menino chorava muito. Nessa hora respirei aliviada que não tive filhos. Ah, vi também o time do Flamengo e um apresentador da Record (que não sei o nome). Mas é claro que os perrengues ainda não tinham se esgotado. Na hora do embarque, na porta do avião, os funcionários não sabiam que eu não subia escadas, ou seja, o equipamento (lift) não havia sido preparado. Mas que beleza! A mocinha da Gol ainda disse para mim: 'Tá brincando!'. Oxi, e eu lá sou mulher de brincar com koisa séria? E você pensa que me desesperei? Não, aquilo não era problema meu. Avisei 'as circunstâncias' em 3 etapas da viagem: compra das passagens, check-in e balcão de prioridades. Logo: a Gol que se virasse. Um funcionário muito querido (todos são) disse que seria molezinha me embarcar, pois sou pequena e magra... risos. Eu não tinha outra saída a não ser acreditar nele, certo? E estava um frrrrio terrível naquela pista... frio esse que serviu para eu ir entrando no clima aqui do Sul novamente. No avião sentei ao lado de uma senhorinha muito tri, dona Marli. Conversamos sem parar. Ela ficou muito sem graça para fazer a pergunta básica: 'O que aconteceu com você?'. Acho engraçado como as pessoas se constrangem para perguntarem sobre minha deficiência, ou para saber o que faço e o que não faço. Estou muito acostumada e não tenho grilo algum com isso. Graças aos meus pais, sou muito bem resolvida com essa questão. A verdade é que ninguém é obrigado a saber dos meus limites e qual o melhor jeito/hora de me ajudar em alguma koisa, então não tenho porque me incomodar com isso. Sei que a intenção é sempre boa. Além do mais, creio que a única forma de quebrarmos tabus, é tratar do assunto com leveza e desprendimento. Certo? E não é que a tiazinha não acreditou que eu estava viajando sozinha? Disse que me achou muito simpática, bonita e corajosa... risos. Até parece! Ah, e me convidou para visitá-la qualquer dia desses em Portobelo. Eu vou mesmo, hein dona Marli?

Em Floripa, já estava a Stair-tac e um funcionário da Gol me esperando na pista. O moço, Rafael, mas que poderia ser chamado de 'Deus-grego', perguntou se eu já havia usado a cadeira elétrica. Respondi que sim. Então creio que eu era a veterana e ele o calouro na ocasião. Estava um frio absurdo em Floripa e o uniforme de inverno da Gol por aqui é um sobretudo preto até as canelas. Nooooooooossa, quando vi aquela 'tetéia' me aguardando eu pensei: 'Jesus, me leva que tô pronta!'. O cara era meio Keanu Reeves no Matrix, meio Clark Kent (o Superman), só não tinha barba (que pena). Mas vamos voltar à descida do avião. Nessas horas eu viro a atração do aeroporto. Noto que corre todo mundo para os vidros do saguão para ver a 'picurruxa' aqui descer com aquela geringonça. Muito chique... risos. E dali seguimos eu e ele andando para pegar a mala. Como não poderia deixar de ser, bati o maior papo com o moço que é estudante de Engenharia Civil e avaiano feito eu. Mesmo eu tendo atrasado, meu pai também não havia chegado ainda para me buscar em decorrência dos congestionamentos (aqui também era fim de férias). Eu disse para o Rafael que esperaria sozinha, mas ele fez questão de me fazer companhia. Não reclamei, né? No caminho para casa fiz uma retrospectiva: fiquei lembrando do dia que tomamos Martini até 5h da manhã; das nossas risadas vendo os vídeos do Felipe Neto e da Nossa Senhora do Offline; do dia em que a Rubia ficou passando o dedo num prato ao lado do notebook achando que era o mousepad e ainda ficou brava porque a setinha não se mexia... risos; do aniver no Splash Boom (sem comentários); do meu fotógrafo preferido, Fabrício; do telefonema surpresa do Renatão dizendo 'Tô passando aí pra te ver!'; das palhaçadas e teses amorosas do André e do Márcio; dos quinhentos mil churrascos que fizeram na Renata em apenas dois dias; da empolgação do gerente do Tahiti ao saber que eu os recomendaria aqui no blog; do choro meu e da Ru vendo o filme 'Um Sonho Possível' (duas bobas... risos); do dia em que eu passei mal (mesmo) de tanto rir com a Ru; da noite em que a Jeo acordou para medir minha febre e me dar xarope; dos conselhos hilários da Marcela; dos ótimos papos com a Carla e a Andréa (primas da Renata); dos almoços e gentilezas do Lucas (filho da Ru); do dia em que entendi tudo sobre abate de boi conversando com o Laerte; da visita da Di (florzinha); das pessoas que sempre conheço nos aeroportos; e do quanto é maravilhoso ter amigos verdadeiros. Esses me dão a certeza de que sempre vale a pena voltar!

Amo demais todos vocês, amigos!

Beijos no coração, queridos. 

domingo, 22 de agosto de 2010

Avaí 3 x 2 Corinthians

Boa tarde, caro leitor internauta! Saudades demais de vir escrever. Pura falta de tempo e de foto para postar sobre o tema que prometi. Pois é, as fotos do Restaurante Tahiti ficaram na máquina da Renata e ainda não as recebi por email, por isso estou quebrando a sequência dos post da viagem novamente. Dessa vez a ocasião é outra, mas o assunto é o mesmo: acessibilidade. Pois é, sou meio 'pentelha' com isso, mas prometo que logo inovarei as postagens... risos. Domingo passado inventamos de ir ao jogo Avaí x Corinthians em Floripa. Sim, já contei para você que gosto de futebol e que até entendo o que é escanteio, lateral e o tal impedimento - que quase nenhuma mulher consegue entender. Pois bem, o Avaí é o time da Ilha de Florianópolis, nosso time catarinense do coração. Além do mais, eu, como adooooro o Fenômeno (apesar de ele jogar no Timão), quis muito ir porque acreditei na falsa promessa de que ele entraria em campo por aqui... esqueci que ele está mais gordinho que meu pai. Mas tudo bem.

No meio do caminho começou a saga de chegar ao estádio da Ressacada: acesso complicado (sul da ilha), carro que não acabava mais e a escolta trazendo a maloqueirada corinthiana em trocentos mil ônibus. O pior estava por vir: a fila para a compra de ingressos e para entrar. Óbvio que nem me atrevi em pensar em fila de prioridades ali, percebi logo que não havia estrutura para isso e nem tempo para questionar qualquer koisa. Aí veio a hora de entrar, caro leitor internauta. Não me pergunte como entrei, creio que fui abduzida. Era muita gente. E catraca acessível? Esqueça! Nem consegui fotografar para mostrar aqui, não tinha como, não tinha espaço. Fiquei pensando: 'E se eu fosse cadeirante?'. Bom, se eu fosse cadeirante, teria ficado do lado de fora do estádio escutando o jogo pelo radinho de pilha. Me grudei no meu pai e fui. Parecia folião atrás do trio elétrico. Lá pelas tantas os caras começaram a gritar: 'Deixa a moça passar aí, p*rra!', aí tudo foi mais fácil. E por falar em palavrão, no Estatuto do Torcedor agora é proibido xingar o juíz ou koisa parecida, mas se alguém fosse realmente fiscalizar, provavelmente a torcida inteira iria parar no xadrez com o Bruno... só sobraria eu, meu pai e o Guga Kuerten naquele estádio. Mas valeu a pena: ganhamos o jogo. Agora estou curiosíssima para saber como a acessibilidade será considerada nos estádios da Copa em 2014. Ah sim, eu estarei lá, ou em São Paulo ou em Porto Alegre... nem que eu tenha que fazer promessa para Nossa Senhora dos Malacabados ou que pegar o cavalo branco do São Jorge emprestado.
E eu não vi o Fonômeno, mas vi o rei... Roberto Carlos... risos. São tantas emoções!

Próximo post: Restaurante Tahiti - Dica de Acessibilidade.
Isto é, SE eu receber as fotos. 

sábado, 14 de agosto de 2010

Piccola Pizza - Dica de Acessibilidade

Noite de domingo, hora do jantar. Hora nem lembrada por mim, Rubia e Jeovana, já que a gente não pára de falar e perde a noção do tempo quando se junta. A gente perde até a fome, porque assunto e piada tem de sobra. O que faríamos, então? Ninguém decidia nada e o marido da Ru deu uma idéia: atravessarmos a rua e irmos comer pizza. Ótimo, todo mundo precisava mesmo dar uma caminhada depois de tanta comilança no aniversário do Lucas. Descemos todos juntos. No prédio da Ru há acessibilidade, a rampa lá é muito bem feita. Até aí tudo certo até chegarmos na esquina: a guia não era rebaixada. Que beleza! Atravessamos a rua até o canal e nesse, sim, havia uma calçada com rampa (íngreme feito o Pelourinho, mas tinha). E essa era só metade do caminho. Faltava mais uma rua e a calçada da pizzaria que também não era rebaixada (como você pode ver na foto). Mas que adianta então fazer rampa numas e noutras não, hein dona Prefeitura de Santos? Aquele exercício todo ia realmente ajudar na minha digestão. Foi um sobe e desce danado. Quando cheguei na porta do restaurante, fiquei muito contente. Mais empolgada do que noiva virgem em noite de núpcias. As duas entradas eram com rampas! Entramos pela porta lateral (essa da foto abaixo). Achei tudo um capricho só, pois obriga todo mundo a usar as rampas. É bom que se acostumem mesmo, já que nós, 'matrixianos', dominaremos o mundo, segundo o ilustríssimo Jairo Marques... risos.

Pois é, que bom seria se todos os estabelecimentos, públicos e privados, contassem com essa 'estrutura consciente'. Outro dia fui num pet shop aqui em Garopaba com a Graciele (minha amiga fisioterapeta que você já deve conhecer de outros posts) para comprar ração para os gatos dela. Gente, o degrau da porta era gigante, uma verdadeira ofensa a qualquer joelho remendado tipo o meu, mas até que não foi tão dramático para entrar. O problema seria na saída, já que eu discordo totalmente de que 'pra baixo todo santo ajuda', só se for o Santo do Empurrão porque para mim é bem mais difícil descer do que subir um degrau alto. Veja bem, caro leitor internauta, eu fico indignada com essas koisas, mas também tenho receio de virar uma ativista-radical-e-chata, já que não suporto gente reclamona e encrenqueira. É ridículo ter que 'implorar' senso de responsabilidade dos outros quanto à acessibilidade, tanto quanto é ridícula a falta de consciência de quem arquiteta obras assim. Em contrapartida, também não acho certo cruzarmos os braços e fingir que sabemos levitar para entrar em lugares como aquele. Nas minhas práticas, a grande sacada é colocar o humor, porque acredito que quando você consegue rir da própria desgraça, significa que está pronto para enfrentar qualquer obstáculo... risos. Então qual seria o protesto naquele pet shop? Acredite: a Graci fez um 'sub-degrau' com os dois pacotes de ração para eu poder sair dali. Vendo aquela cena cômica, tenho certeza que o cara do pet shop ficou constrangido e entendeu o recado, mesmo que eu não tenha dito nenhuma palavra.

Ah, a Piccola Pizza eu recomendo... não só pela acessibilidade, mas também pela ótima comida.

Endereço: Rua Minas Gerais, 57 - Boqueirão (canal 5) - próximo ao Sesc de Santos.

* As fotos dessa postagem foram tiradas pela Jeovana.
Próximo post: Restaurante Tahiti (Guarujá) - Dica de Acessibilidade.

Quebrando a sequência...

Urgentemente - por Érica Vittorazzi
(adoropalavriar.blogspot.com)

Preciso te amar mais de perto
Respirar teu ar
Memorizar teu cheiro
Sentir teu abraço
Enxergar-me em teus olhos
E me saber feliz...

... urgentemente!
 
 
E depois de tanto editar essa postagem, confesso que me sinto 'ridícula' de novo por sentir o coração bater forte.
Por que será que gosto das koisas (teoricamente) impossíveis, caro leitor internauta? ... risos.
 
Agora sim, próximo post:  Pizzaria Piccola - Dica de Acessibilidade.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Splash Boom - Dica de Acessibilidade

Bom dia, caro leitor internauta!


Hoje vim dar uma dica de acessibilidade. Geralmente, quando tenho que ir a um lugar que desconheço, a primeira koisa que penso é 'Será que tem escadas?'. Infelizmente, nós, 'matrixianos', ainda temos que nos preocupar com isso. Um absurdo, não? O direito de ir e vir, muitas vezes, não é respeitado a todos. Está aí um assunto polêmico que pretendo discutir melhor em outra postagem. Escrevendo sobre isso, me lembrei da minha formatura há 2 anos atrás. Momento mais bonito da minha vida até aqui. Tudo lindo até eu saber que a empresa contratada faria um tipo de arquibancada para acomodar os formandos na colação de grau e, como meu nome começa com K, eu ficaria lá pelo alto, tendo que descer uma escadinha quando fosse chamada para receber o diploma. O cara (-de-pau) que estava organizando a solenidade teve a audácia de me sugerir ganhar um colinho nessa hora a troco de não precisarem me colocar fora da ordem alfabética das cadeiras. Fala sérioooo! Nunca que eu aceitaria aquilo. Embora eu seja chamada de 'orgulhosa' pelas minhas amigas, eu sei muito bem até onde vão meus limites, quais ainda tenho que superar e de que forma devo lidar com os existentes. Creio que manejo bem isso e não tenho dificuldade alguma para pedir ajuda quando necessário. Ocorre que eu jamais deixei de participar das aulas, jamais me levaram 'nas costas' em trabalhos, redigi todos os relatórios entregues sozinha, participei efetivamente do TCC, me dediquei a todos os estágios e não me lembro de ter colado em provas, ou seja, realmente só minhas pernocas me conduziram àquele momento, então só elas me levariam até meu diploma. Certo, caro leitor internauta? E assim foi.

Mas, voltando à dica de hoje, um dos principais motivos de eu ter ido para Santos nessas férias de julho, foi o aniversário de 1 ano do Lucas, filho da Renata e do Márcio. A Renata estudou comigo na faculdade, é uma amiga querida a qual guardo não só ela no coração, mas toda a sua família que sempre me trata muito bem (tá bom, tá bom... também gosto do Márcio que vive me 'pentelhando'... risos). E, como eles me intimaram já em janeiro para ir ao aniversário, não pude descumprir o combinado (eu nunca descumpro acordos!). Meses depois, lá para final de maio, quando recebi o convite oficial pelo correio, percebi que não tinha estacionamento próprio no tal buffet, o que não me afligiu, pois caminhar faz muito bem, não é mesmo? Mas surgiu a preocupação de sempre: tem acessibilidade? Não lembrei de perguntar à Renata em todas as vezes que nos falamos por telefone antes da viagem. Fui com a cara, a coragem e a certeza de que teria um macho forte para me carregar caso houvesse escadas lá (nem que fosse o chatonildo-preferido: o Márcio)... risos. Maaaas, para minha grata surpresa, o lugar – Splash Boom – era acessível. Há, apenas um degrau mínimo, de uns 7 ou 8 centímetros na entrada, como você pode observar na foto. Por perto, há calçada rebaixada e toda a festa acontece no andar térreo (inclusive os banheiros – que não fui conferir, mas segundo fonte segura, eram adaptados). No mezanino há um fraldário e um escritório.
É um lugar aconchegante, e foi divertido demais. Foi ótimo poder reencontrar os amigos. Andrézinho com toda a sua alegria de futuro papai, Gustavo e Katrine vindos da Dinamarca... e fazer outros amigos também, como a família do Márcio que é bacanérrima e Fabrício, o fotógrafo. Por falar em Fabrício... é uma pessoa finíssima que vive cobrando atualizações no blog e que teria um treco se eu não o citasse aqui. Tornou-se minha companhia diária (ou noturna) no MSN e é mais alguém para visitar na próxima ida a Santos. É um querido, leonino com ascendente em Câncer, que não aguenta mais comer macarrão penne nas festas e que tem muito talento, pois deixa todo mundo bonito num único clique... risos. E, caro leitor internauta, não ouse pensar besteira, pois o moço é muito bem comprometido.

As fotos do aniversário nesse post foram, gentilmente, cedidas por Fabrício Farias (exceto na qual ele aparece, claro).

Splash Boom - http://www.splashboombuffet.com.br/

Próximo post: Pizzaria Piccola – Dica de Acessibilidade.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Eu e a Nota Fiscal Paulista

Pois é, pois é... cheguei em Santos com uma tosse danada, apesar de não estar gripada. Resolvi comprar um xarope. Aliás, resolvi nada, fui arrastada pela Rubia e pela Jeovana para uma farmácia dentro do shopping. Ah, sim, me ludibriaram com a desculpa que compraríamos os presentes de aniversário de 1 ano do Lucas (filhinho dos nossos amigos Márcio e Renata). Eu só esqueci que eu já havia comprado o presente do neném aqui em Santa Catarina (sem dúvida foi aquela enorme roupa que deu tanto peso à minha bagagem... risos). Sabadão de férias, Shopping Praiamar (ou Praiamar Shopping, eu nunca sei o certo) lotaaaaaado e nós lá... andando feito 'baratas tontas'. Eu odeio lugar cheio assim, fico zonza. Então tá bom, por respeito à Jeo, que dividiu o quarto comigo na casa da Ru naquele fim de semana, eu comprei o remédio. Entramos as três na farmácia e a moça me ofereceu uma infinidade de sabores de xarope: de morango, de hortelã, de tangerina, de limão... como se isso fosse mudar o gosto, não é mesmo? Remédio é remédio, oras. Escolhi o de camomila (sei lá por que) e a atentende disse: 'Ah, esse é edição limitada e é o último frasco.'. Nossa, que emocionada eu fiquei... risos. É melhor guardar o frasco... vai que um dia isso valha milhões no Ebay?... risos.

Me dirigi ao caixa com a Jeo e o moço pergunta se quero a nota fiscal paulista. Opa! Momento cultural desse humilde blog: se você não sabe o que é a nota fiscal paulista, explicarei, caro leitor internauta. O Programa Nota Fiscal Paulista devolve 30% do ICMS efetivamente recolhido pelo estabelecimento a seus consumidores. Ele é um incentivo para que os cidadãos que adquirem mercadorias exijam do estabelecimento comercial o documento fiscal. Os consumidores que informarem o seu CPF ou CNPJ no momento da compra poderão escolher como receber os créditos e ainda concorrerão a prêmios em dinheiro. Fonte: http://www.nfp.fazenda.gov.br./.

Eu, então, dei toda uma explicação 'científica' para dizer que não queria a tal nota. Falei: 'Moço... veja bem... estou eu aqui, uma catarinense, curtindo minhas férias com uma tosse muito chata devido aos ares gelados do sul. Então te pergunto: pra quê raios eu usaria essa nota?'... risos. O carinha caiu na gargalhada comigo e eu reparei que a Jeo ficou com semblante de 'O que essa doida tá falando?'. Eu sei que poderia ter respondido a ele simplesmente que não, mas quê graça tem a vida se não nos dispomos a sorrir e a fazer os outros sorrirem? Em seguida, saímos da farmácia e perguntei para ela: 'Cadê a Rubia?'. Adivinhe, caro leitor internauta!! Estava dentro da farmácia abanando para uma de nós duas ir lá ler o rótulo de um remédio (ela havia esquecido os óculos em casa... risos).

De fato, muitas vezes, os amigos são nossos olhos, não é mesmo?... risos.


Ps.: em dois dias melhorei da tosse. Viva a camomila!

Próximo post: Splash Boom - Dica de acessibilidade.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Promoção de Pastelzinho em Congonhas

Olá, caro leitor internauta!

No último post comentei sobre a saga de chegar em Congonhas nessas férias. Apesar dos contratempos que possam aparecer, me encho de felicidade quando chego e posso abraçar a Rubia e, dessa vez, tinha a Jeovana para apertar também. Que beleza! Poias da minha vida, flores do meu jardim, amoras do meu coração... risos. É engraçado que nessas horas não temos muitas fofocas para colocar em dia, pois, apesar de não nos vermos com frequência, toda semana nos falamos por email, orkut, msn, telefone e telepatia. Então não se tem muito o que contar, a não ser reparar na tintura do cabelo de uma, no peso da outra, na blusa da outra, e por aí vai... risos.

Felizmente, Rubia e eu somos fãs da cafeína e sempre que vamos lá tomamos um café, seja chegando ou partindo. E sem café, tenho enxaqueca (motivo de piada entre eu e minha prima, mas isso contarei noutro post). Voltando a Congonhas, gosto muito de uma cafeteria que fica em frente às escadas rolantes - o nome vou ficar devendo, pois nunca lembro de prestar atenção nisso (uma falha minha). É um lugar gostoso, bem movimentado e tem mesa adaptada (sem cadeira para que os cadeirantes se acomodem com facilidade). É igual a essa da foto que Rubia tirou, porém em outra cafeteria. Aliás, em quase todas as cafeterias há mesas assim, não sei se isso é responsablidade dos estabelecimentos ou do próprio aeroporto. Embora eu não necessite usar uma mesa dessa, era a única disponível naquele dia. Puxamos umas cadeiras e liguei o celular. Vi milhões de chamadas de casa, do meu pai, da minha mãe, da Rubia e até do Papa Bento, já que meu voo deveria chegar às 17.30h, mas só chegou às 19h (e nesse trajeto os celulares devem ficar desligados). Liguei para a parentada e avisei que estava viva - para o Papa não liguei porque o DDI é caro e io no parlo italiano.

Pedi um café e um sanduíche na tal cafeteria e a Rubia disse para a Jeovana que buscaria uns pastéis num outro lugar porque era promoção: 5 pastéis por R$8,00. A intenção era levá-los para casa. Jeovana e eu ficamos no maior bate papo e nada da nossa amiga voltar com o quitute. Depois de muito 'piriri-pororó-e-caixinha-de-fósforo', eis que surge a Rubia com uma bandeja cheia de pastel e nos dá a notícia parecendo uma criança que tinha acabado de quebrar o vaso de porcelana da mãe: 'Eram 8 pastéis por R$5!'. Tá bom, e por que ela estava com aquele ar de tristeza? Deveria estar feliz por pagar menos e levar mais, certo? Geralmente as pessoas se assustam pela conta do restaurante vir maior do que se espera, não é mesmo? Eu e Jeovana ficamos com cara de 'hã?' olhando a cara de 'magoei!' da Rubia. Logo veio a explicação: 'Não tinha embalagem pra levar pra casa...'. Hahahahahahaha... Isso mesmo, caro leitor internauta. Você acertou. Ficamos mais umas duas horas ali sentadas para que Jeovana e Rubia dessem conta de esvaziar aquela bandeja. Eu, mesmo já estando satisfeita com o sanduíche, tive que dar umas mordidas num pastel. Afinal de contas, amigas são também para essas koisas (dividir a culpa pela gula)!

Próximo post: Eu e a nota fiscal paulista.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Aventuras de Julho

Boa noite, caro leitor internauta!
Andei sumida do blog, não é mesmo? Eu sei, eu sei. Mas tive um bom motivo: meus 10 dias de férias em Santos/SP. Honrando minha função de blogueira, estive a maior parte do tempo com a câmera fotográfica e papel e caneta em mãos para registrar tudo e poder contar para você. Nessa viagem, renderam boas histórias e alguns perrengues que eu escreverei aos poucos, em seguidos posts. Assim, usarei a ordem cronológica dos acontecimentos para não perdemos a sequência correta e eu corro menos risco de me confundir no meio de tanta informação.

Vamos lá. Minha partida rumo Congonhas tinha data de 23 de julho. Meus pais me levaram até o aeroporto de Floripa. Ao retirar minha mala do carro, meu pai fez uma perguntinha básica: 'O que você tá levando? Concreto, por acaso?'. Está certo que sou filha de construtor, mas garanto que não levei o ofício do meu pai tão ao 'pé da letra' assim. Ah, claro. Realmente minha bagagem estava pesada. Depois olhei no extrato da Gol e constatei seus 16kg. Mas veja bem, em dez dias, muitas opções de roupas se fazem indispensáveis e, além do mais, há sapatos, necessaires, etc - você que é mulher me entende, certamente. Dessa vez resolvi que levaria apenas uma pequena bolsa na mão com documentos, câmera e celular para facilitar e evitar dar uma 'bolsada' em alguém, como fiz com o 'Descoridor dos 7 Mares', em janeiro - mesmo que o incidente tenha me rendido um bom papo naquela tarde de verão. Então, coloquei o netbook na mala e os dois licores que o meu pai estava mandando para o Márcio - marido da minha amiga Renata - no meio das roupas. Confesso que fiquei com medo de ter que passá-la no raio-x e ainda levar a fama de 'bebum' sem culpa alguma... risos. Aqui deixo uma dica: se você levar esse tipo de coisa na bagagem, avise no balcão de check-in, pois eles colocam um selo de fragilidade na mala e você viaja sossegado. Bom, entrei na fila comum do check-in e vi que havia umas sete pessoas na minha frente. A mocinha da Gol, vendo a 'matrixiana' aqui, me chamou para a fila de Prioridades, que só tinha uma garotinha para ser atendida antes de mim. Ledo engano, caro leitor internauta. A mãe da menina estava embarcando-a sozinha para Brasília, toda apavorada e cheia de malas (ela sim, devia levar concreto). Demorou muito, muito mesmo para despacharem as bagagens e a guria. Demorou tanto que a fila normal andou e eu fiquei ali feito estátua esperando. Então a moça da Gol correu lá dentro, tomou uma dose de Simancol e abriu um glichê para mim. Eu realmente não discuto, caro leitor internauta. Acho mais elegante ser irônica. E, já que minha ironia é mais efetiva do que minha falta de educação, olhei para ela e falei com um sorrisinho: 'Eu deveria ter ficado na fila normal, concorda?'.

Lá se foi minha mala pela esteira e eu rumo à sala de embarque. Me despedi dos meus pais e minha bolsa passou no raio-x. Dessa vez nada apitou. Ufa! Segui para o portão 2 e sentei exatamente em frente às cadeiras elétricas que conduzem nós, 'matrixianos', ao interior das aeronaves, como segue na foto que tirei. Andei dando uma conferida enquanto aguardava o voo (que atrasou mais de uma hora) e vi que o nome da belezura é Stair-Tac. Chegada minha hora de embarcar, lá vamos eu, dois mocinhos da Gol (Willian e Rafael) e o equipamento para a pista. Mas cadê a chave que liga a geringonça? Ninguém achou... nem o outro mocinho que chamaram pelo rádio, um tal de Victor. Ps.: sim, eu gosto de olhar os crachás e chamar as pessoas pelo nome, é mania minha.

Em Floripa acontece algo bem legal e diferente de Congonhas: os passageiros tidos como Prioridades (menores desacompanhados, idosos e deficientes) embarcam antes dos demais. Ou seja, tiveram que liberar a porta traseira do avião para todo mundo entrar enquanto eu 'bloqueava' a porta dianteira. Ficaram os três comissários ali quebrando a cabeça, pois, teoricamente, eles não podem encostar no passageiro e, sem a cadeira, não havia como me embarcarem a não ser que me dessem um colinho. Então um deles me disse: 'E se levantássemos a senhora mesmo com a cadeira? Se importaria?'. Caro leitor internauta, a única coisa que eu queria era chegar em São Paulo naquele dia e o jeito que eles dariam para aquilo, definitivamente, pouco fazia diferença para mim. Foi isso que respondi a ele. Então ele falou: 'Não se preocupe, não tocaremos na senhora'. Aí eu pensei: 'Que pena! Quando serei novamente paparicada desse jeito por três fofíssimos de uma vez só?'... risos. Brincadeira!

Desembarquei em Sampa pelo finger (aquele corredor fixo, no qual a porta do avião se acopla) e fui sozinha até o balcão da Gol. Até o salão de desembarque, um funcionário me acompanhou e carregou meu concreto... digo, minha mala... risos. Segundo o mesmo, pareço muito com uma mulher que canta no programa do Raul Gil. Putz, não faço idéia de quem seja, mas prometi para o rapaz que procuraria analisar se a tal pode ou não ser minha sósia... risos. Se você souber quem é a dita cuja, por gentileza, me avise... risos. Eis que vejo a Rubia e a Jeovana me esperando. Que saudades! Há 6 meses eu não via minhas amigas. Bem de longe reparei que Rubia e eu usávamos a mesma roupa (toda preta) e o mesmo lenço palestino no pescoço, como você pode notar na foto ao lado. É ou não é muita sintonia, caro leitor internauta? Essa coincidência no figurino até rendeu uma piadinha, sabe? Como entramos no elevador do aeroporto e ficamos perto dos painés, nos confundiram com elas: as acessoristas... risos.   

Próximo post: 'Promoção de Pastelzinho em Congonhas'.